Episódios

Back to the Passado Natalino

Ficha técnica

Data de lançamento:24/12/2018
Episódio: 74
Convidados: Alexandre Bastos, Marcus Garrett, Mozart ao Cubo.
Link para o vídeo: https://youtu.be/7nYa5aEN54M

Roteiro

Ho ho ho!! Eu falei que não ia ter mais back to the passado até o ano que vem mas eu acho que menti para você. Mais ou menos, esse é um episódio especial de natal, meio diferente dos outros, mas separei algumas historinhas natalinas videogamísticas minhas e de alguns amigos para não deixar esse dia tão legal que é a véspera de natal passar em branco.

E eu vou começar contando uma historinha de natal de 1986.

Em 1986 eu tinha 11 anos e morava em São Paulo. Meu pai era vivo e moravamos em um apartamento. Quando você é criança natal é um evento, é o dia de matar aquela curiosidade, qual será o presente de natal. Tem aquilo que você espera ganhar, mas nunca se sabe. Eu não lembro qual era minha expectativa, mas lembro que ganhei um jogo abre aspas original fecha aspas de MSX em fita cassete, esse jogo era o Batman, da Ocean.
Durante muito tempo Batman foi meu herói preferido nos quadrinhos, então fiquei louco pra sair da festinha de natal para ver como era o jogo. E não vou negar, foi uma surpresa.

Na minha cabeça Batman seria um jogo de ação, quem sabe com o batmóvel, lutando com o coringa. Mas não foi nada disso.

Batman de 1986 é um jogo de labirinto isométrico. Isso quer dizer que é visto em terceira pessoa com uma câmera fixa. Eu conto isso para você tentando me colocar na mente do ED de 1986. Passado o choque da primeira vista o jogo não é ruim. Visualmente, mesmo monocromático os gráficos são simpáticos. O Batman parece a versão do Adam West da TV. Se os gráficos são interessantes, não posso dizer o mesmo da música. Não tem música, tem uns beeps irritantes e uns outros sons perdidos por aí. O objetivo do jogo é salvar o Robin, e para isso tem que juntar as várias partes do Batmóvel perdidas por aí. E com o se joga esse Batman isométrico? Com muita paciência, e na época eu joguei muito. Apesar de ser completamente diferente do que eu esperava, o jogo tem um senso de exploração que acaba te prendendo mais do que você imagina. O que atrapalha a jogatina é que a perspectiva complica e muito os saltos em plataforma e também esconde muita coisa dos seus olhos. EU nunca cheguei no fim desse batman, e apesar de não ser o jogo dos meus sonhos é uma lembrança de natal que carrego comigo.

E pra finalizar quero deixar um feliz natal para todo mundo, e pedir que você deixe a sua história videogamística de natal aí nos comentários. Eu vou ler todas elas e a história mais legal vai ganhar uma camiseta do Aperte Start, só uma lembrancinha do Ed para você que acompanha o canal combinado? Não deixe de se inscrever e mais importante compartilhe com os seus amigos que você ajuda e muito o canal a crescer, combinado? Eu sou o Ed, feliz natal mais uma vez e até o próximo vídeo!